AVALIAÇÃO ESCOLAR
RESUMO
O presente artigo visa esclarecer, através de estudos e análises, algumas questões pertinentes à avaliação escolar, visto que a mesma é fundamental para o sucesso ou fracasso escolar dos educandos. Procurarei, ao longo do trabalho, apontar alguns caminhos por onde acredito que o avaliador possa trilhar ao avaliar seu aluno, que significa, em contrapartida, a auto-avaliação do profissional da educação. Todavia, quero deixar claro que não pretendendo dar receitas, mesmo porque estas não podem ser dadas, visto que a educação é feita segundo a realidade vivida pelas escolas, pelos educadores e pelos alunos, e, principalmente pelo que estes acreditam ser correto . Antes de mudar as formas de avaliar, torna-se necessário que os professores tenham claro o que pretendem avaliar.
Palavras-chave: avaliação, fracasso escolar, métodos, professor, aluno.
INTRODUÇÃO
Este trabalho tem por objetivo estudar e analisar vários aspectos da avaliação escolar. Entre eles está o processo classificatório da avaliação, o qual é um, ou talvez seja o mais preocupante de todos os aspectos desta.
As perguntas para as quais buscarei subsídios para compreensão e discussão são: o que avaliar, para que avaliar, e como avaliar.
Muitas vezes, o professor é levado a avaliar o produto, ou seja, o resultado das tarefas realizadas, esquecendo que ao avaliar o aluno é necessário levar em conta o que ocorreu no caminho desde o início até o fim do processo de aprendizagem.
Temos por compreensão que ao avaliar um aluno é fundamental observar se ele obteve progressos evolutivos em relação ao ponto inicial e aquele em que se encontra no momento da avaliação final.
O termo avaliação geralmente causa medo e insegurança à maioria das pessoas, seja no âmbito da vida cotidiana, familiar, escolar e profissional mostram-se preocupados sempre que se encontram frente a situações avaliativas. Na escola, a maioria dos professores se perguntam por que os alunos se sentem até horrorizados diante da palavra avaliação. Sem levar em conta que talvez na trajetória da vida acadêmica, os próprios professores encontram e usam a avaliação como medida disciplinadora e punitiva para os alunos. Creio que seja pelo fato da avaliação escolar, na maioria das instituições, servir como processo classificatório ou até mesmo, discriminatório e não apenas como um instrumento necessário para acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem dos discentes.
O professor, ao avaliar, precisa ter em mente que não existe o não aprender, e sim formas e tempos diferentes de aprender, é necessário, sobretudo, respeitar a diversidade dos educandos para que eles aprendam para a vida. E o que vai medir isso não é tão somente uma prova, uma avaliação.
O aprendizado do aluno deve ser observado diariamente, não somente atribuindo notas classificatórias, e sim acompanhando o processo como um todo.
O QUE IMPORTA SABER SOBRE AVALIAÇÃO
Segundo Zagury, o fato de repetir um ano não é uma boa notícia para ninguém, mas pode ser benéfico em certos casos.
Existem algumas deficiências que a criança só poderá superar tendo a chance de rever com tempo suficiente para que todas as dúvidas sejam sanadas, ou seja, em outras palavras, as deficiências não serão superadas com algumas aulas de recuperação no final do ano letivo, e sim com a repetição de todo o ano.
A verdade é que a reprovação é uma forma de resolver os problemas de aprendizagem do aluno enquanto ainda há tempo, pois se for reprovado, o aluno poderá ir se “arrastando” por vários anos, com sérios problemas, que poderão resultar em fracasso escolar completo ou até no abandono dos estudos.
Hoje, a realidade é diferente e a avaliação é vista de outra forma. Isso não quer dizer que o aluno não possa ser reprovado, porém, antes disso de fato acontecer, é necessário que a equipe técnica e docente lute muito por ele, ou seja, dê apoio e ofereça estratégias aos alunos que apresentam dificuldades.
Algumas vezes, os pais usam a estratégia de trocar de escola como alternativa para resolver os problemas de aprendizagem dos alunos. Outros, quando recebem a notícia que o filho reprovou, não pensam duas vezes, ao invés de identificarem qual o ponto nevrálgico que levou à reprovação, simplesmente o matriculam em outra escola.
Isso não parece ser o mais correto a se fazer. A criança não precisa de superproteção, e sim, de uma preparação para as dificuldades da vida, e se isso incluir a reprovação, os pais precisam aceitar o fato e dar apoio ao filho, o que não inclui passar a mão na cabeça.
A alternativa radical de trocar o filho de escola só é benéfica se ela não corresponde mais ao que eles desejam ou não cumprem o que foi prometido no ato da matrícula, ou ainda se algum equívoco grave foi cometido contra a criança.
DIFERENÇAS NA AVALIAÇÃO DA ESCOLA TRADICIONAL E DA ESCOLA MODERNA
A Escola Tradicional privilegia a quantidade de informação. Questionários são utilizados para reforçar o conteúdo e as avaliações servem apenas para medir a assimilação desses conteúdos. É centrada na figura do professor, encarregado de transmitir o conhecimento. O aluno é um sujeito passivo que recebe e assimila os conteúdos.
O seu sistema de avaliação mede a quantidade de informação absorvida. Da ênfase memorização e à reprodução do conteúdo por meio de exercícios.
Esse sistema de educação utiliza provas e testes para verificar quanto o aluno aprendeu daquilo que foi ensinado. As provas em geral, tem dia certo para serem aplicadas, os testes não, podem ser de surpresa.
O professor realiza um trabalho homogêneo, partindo do princípio de igualdade, onde vê todos os alunos com a mesma capacidade de aprender. Os alunos que não têm bom rendimento não são estimulados a permanecer no estabelecimento caso persistam nessa condição.
A Escola Tradicional, geralmente não tem cronogramas pré-estabelecidos para recuperar o aluno. Costumam apenas avisar os pais do fato para que tomem providências.
Na avaliação o conteúdo é priorizado, e não as habilidades ou competências do aluno.
O sistema da avaliação tradicional utiliza, na maioria dos casos, notas de um a dez ou de zero a cem, as quais servem de base para aprovar ou reprovar o aluno.
Por outro lado, a Escola Moderna tem além do objetivo de avaliar o quanto aluno aprendeu, verificar a forma pela qual o professor trabalhou, isso quer dizer que se o aluno não está aprendendo o problema pode não partir dele, e sim do professor, ou ainda da metodologia, que pode não estar sendo a mais adequada para aquele determinado aluno.
A Escola Moderna tem o objetivo de dar oportunidades iguais a todos, porém leva em consideração que os seres humanos são diferenciados, e, por isso, alguns aprendem mais rapidamente que outros, então, é justo que o professor analise com cautela e se necessário realize avaliações em momentos e de formas diferentes para alguns alunos.
Como métodos avaliativos, são utilizadas provas, testes, trabalhos individuais e de grupo, além da observação direta individualizada para compor o conceito de cada aluno.
O professor da Escola Moderna deve levar em conta além da quantidade de matéria aprendida, as habilidades, atitudes e hábitos adquiridos pelos alunos, como a capacidade de refletir e resolver problemas e de discutir fatos sociais.
O sistema de avaliação deve ser comunicado com clareza aos alunos, para evitar que sejam encarados como elementos estressantes ou formas de pressão. Desta forma, os alunos tendem a encarar as avaliações com naturalidade, desde que tenha estudado e se preparado adequadamente para realizá-las.
Segundo Zagury, na Escola Moderna, não existem alunos que não aprendem, e sim alunos que estão com problemas e precisam de mais atenção da equipe pedagógica. Todo o ensino moderno dá direito de recuperação ao aluno, ninguém é condenado por ter tido algum problema no primeiro trimestre do ano.
Escolas Modernas utilizam conceitos ao invés de notas. Não existe uma nota exata para cada conceito, é mais abstrato do que as notas que são atribuídas a alunos das Escolas Tradicionais.
Atualmente, é difícil encontrarmos escolas puramente Tradicionais ou Modernas. Com relação a avaliação, não é comum encontrar escolas que sigam exatamente o que propõe a Escola Moderna.
Muitos professores utilizam métodos tradicionais de ensino por medo de cometer injustiças avaliando os alunos um a um, de forma diferenciada. E é muito mais fácil aplicar uma prova e atribuir notas do que avaliar os alunos diariamente e individualmente.
Para Zagury, 2002, p. 173, o professor não deve assumir que a única forma de avaliar é a primeira ou a segunda. Toda a avaliação implica uma margem de erro, de um jeito ou de outro.
O ideal seria que fossem trabalhados conteúdos significativos para a formação do aluno. As atividades deveriam deixar de lado o sistema repetitivo para dar espaço para a criatividade, pesquisa e producao de conhecimentos. Afinal, sao estas as qualidades exigidas no mercado de trabalho atual.
Além dos conteúdos é necessário que a escola favoreça o desenvolvimento de atitudes positivas, atuando na formação do indivíduo. Respeito, paz, convivência harmônica, solidariedade e princípios de cidadania devem ser levados a sério e incluídos nos programas pedagógicos de forma prática e eficiente.
O professor, independentemente de lecionar em Escola Tradicional ou Moderna, precisa proporcionar igualdade de oportunidades aos alunos.
Talvez nem todos os professores conheçam como a Escola Tradicional e a Escola Moderna trabalham em torno dos objetivos, conteúdos, métodos de avaliação, postura docente e indisciplina, e consequentemente acabam cometendo erros graves que repercutem no aprendizado do aluno.
AVALIAR COM RESPONSABILIDADE
Uma das tarefas da escola: a complexidade da avaliação escolar que na maioria das vezes ao invés de ser apenas uma técnica pedagógica é a marca classificatória, o que é no mínimo pedagogicamente preocupante.
Nos dias atuais, quando se pensa em avaliação, talvez a cena que nos vem à mente é a de um professor e seus alunos ás voltas com uma prova. Na maioria das vezes angariar ou atribuir boas notas parecem ser objetivos únicos do trabalho escolar. A exemplo disso, pode-se citar a exagerada preocupação da escola, dos professores e dos alunos com o vestibular.
“[...] Na busca de um pretenso intercâmbio público de análises confiáveis, porque técnicas, avaliam-se alunos, professores, disciplinas, currículos, cursos, instituições, programas e sistemas educacionais.” (AQUINO, 97. p. 104)
Nessas circunstâncias fica claro que hoje, todos querem e sentem necessidades de avaliar e serem avaliados.
Todos parecem estar obstinados em chegar a resultados. Para algumas escolas e para alguns professores perece natural a utilização do ato avaliativo como regulador exclusivo ou prioritário do trabalho escolar.
Fica claro que o efeito da avaliação escolar, em termos disciplinares, talvez não seja nem o maior e nem o mais eficaz. Mas, mesmo assim, as instituições de ensino, os professores e os especialistas em educação fundamentam-se na tese de avaliar cada vez mais e melhor.
As principais preocupações destes quanto ao processo avaliativo são quando avaliar e como avaliar. Existem várias técnicas avaliativas disponíveis aos professores e a opção por esta ou aquela técnica, empregável de modo avulso ou combinado dar-se-ia de acordo com a concepção de processo que se tenha.
Porém, independentemente de termos muitas formas disponíveis para avaliar, acabamos sempre “desembocando” em um labirinto, e raramente são discutidas as finalidades da avaliação, o para que avaliar.
“... Terminada a maratona avaliatória e de posse de seus resultados, quase sempre retorna-se à velha fórmula: “aprovado ou reprovado”.” (AQUINO, 1997, p. 105)
Tem-se a crença de que pela avaliação, o saber do aluno pode ser mensurado, quantificado.
Os educadores falam em avaliar o aluno como um todo. Mas o que isso quer dizer?
[...] Talvez que se deva penetrar em múltiplos e imponderáveis “âmagos” humanos, para que só assim o empreendimento educacional se efetive a contento. E é a essa insólita “sede de verdade” que os discursos psicológicos, médicos, e mais recentemente os sóciopolíticos, parecem responder. (AQUINO, 1997, p. 106).
UMA REDEFINIÇÃO DAS PRÁTICAS AVALIATIVAS
A Escola Nova (movimento do final do século XIX), imbuída no espírito liberal, propôs que se identificasse os indivíduos, conforme sua aptidão e potencialidade, oferecendo-lhes ensinos diferenciados. Isso desencadeou os testes psicológicos, instrumentos que seriam capazes de medir as diferenças de aptidões e os talentos individuais, fatores responsáveis pela desigualdade social.
“Os testes de inteligência justificavam que os melhores lugares eram ocupados pelos mais capazes, veiculando a falsa idéia de que o método transcende o próprio homem e a ordem social que o desenvolveu.” ( AQUINO, 97. p. 74).
Atualmente,
com que propósito tem sido usada a avaliação no cotidiano de nossas escolas? Com o objetivo de aprovar/reprovar os alunos, acentuando as diferenças de capital cultural que esses alunos trazem ao ingressar na escola? ou a avaliação tem servido para obter informações sobre os avanços e dificuldades de cada aluno, para mostrar o que já foi conseguido e o que pode ser melhorado? Em síntese, a avaliação tem sido usada como arma de poder e juízo final [...]. (AQUINO, 1997, p. 111).
Se os testes psicológicos de Q. I. foram abolidos por serem excludentes, esqueceu-se de rever a herança que os mesmos deixaram às avaliações. As provas, o testes, funcionam para o psíquico das pessoas - crianças, jovens e adultos - da mesma forma que os testes de Q.I. funcionavam, ameaçadores e excludentes.
Pesquisas recentes apontam que a avaliação baseia-se quase exclusivamente no resultado das provas, e ainda, a prova é usada para ameaçar e punir, pois o erro nela encontrado, jamais é explorado no sentido construtivo. Desta forma, o professor sofre com o insucesso do aluno e não sabe o que pode fazer para mudar essa realidade.
Há que se mencionar aqui, também a recuperação, a qual é mal entendida pelo professor ou mal aproveitada por parte do aluno.
A maior parte das instituições de ensino utiliza instrumentos falhos e mal elaborados nos procedimentos de avaliação do aluno, e focaliza apenas aspectos cognitivos. Mais uma vez fica claro que inexistem inovações e experimentos neste processo, a avaliação tem cumprido um papel disciplinador e autoritário ficando todo o poder nas mãos do professor.
Para Perrenoud,
[...] A missão da escola primária não é preparar para a vida, mas para o ensino médio, que por sua vez, prepara para o liceu, e este prepara para a universidade, cuja finalidade é preparar para a pesquisa. Para proferir esse discurso é preciso ignorar deliberadamente que ¾ dos alunos que saem da universidade não farão pesquisa, que nem todos os que saem do liceu irão para a universidade, etc. (1999, p. 76)
A escola trabalha em um circuito fechado, preocupando-se mais pelo sucesso nas avaliações do que pelo uso dos conhecimentos escolares na vida dos estudantes.
É impossível avaliar o aluno de forma padronizada, como vem se fazendo desde as séries iniciais até a faculdade.
Hoje, o sistema educacional procura algo simples e econômico para avaliar o aluno, mas sabemos que a avaliação das competências deve ser algo complexo, personalizado e focado no trabalho de formação, assim, a avaliação acontecerá de forma coerente com aquilo que os estudantes merecem e, de fato, precisam para a sua vida.
O fracasso escolar está diretamente relacionado à prática pedagógica do professor, pois é este, que avalia de acordo com seus critérios os procedimentos. Sendo assim é ele o responsável pela exclusão ou inclusão do educando na instituição.
O ensino não é apenas uma atividade técnica e profissional. Na medida em que deve favorecer o desenvolvimento social e ético dos alunos, pressupõe também uma ação moral.
A avaliação põe em jogo os valores dos professores e reflete sua maneira de ser e de viver.
Os alunos não estão condenados a fracassar na escola, mas os riscos de fracasso se acumulam ao longo de suas histórias pessoal e escolar.
São várias as razões que levam os alunos a abandonar os estudos, as vezes, antes mesmo de acabar a educação básica: alguns abandonam porque precisam trabalhar ou ajudar em casa, outros porque se aborrecem em sala de aula por não compreender as tarefas a serem realizadas, outros porque não vêem sentido algum no aprendizado, e, ainda existem os que simplesmente abandonam por falta de apoio dos professores, ou pela maneira em que os professores fazem a avaliação de sua aprendizagem.
A avaliação dos alunos é o paradigma de um dos principais dilemas da educação: o dilema das expectativas da sociedade em relação ao sistema educativo, que impõe a emissão de certificados e a seleção, e as expectativas dos próprios alunos, que desejam um ensino sensível às suas necessidades e aos seus ritmos de aprendizagem. Por um lado os professores têm de julgar se o nível de conhecimento dos alunos atingiu o que foi estabelecido para passar de ano, e, por outro lado, eles devem fazer sua avaliação levando em conta a situação pessoal do aluno e seus progressos individuais, orientando-a na melhoria da ação educativa e das aprendizagens dos alunos. As duas funções (social e pedagógica) da avaliação refletem a tensão entre os objetivos da instituição escolar e os objetivos voltados às necessidades dos alunos.
Não faz muito sentido transmitir a mensagem de que a educação deve ser ampla e equilibrada e de que deve ser orientada para o conhecimento, e sim para o desenvolvimento afetivo e moral dos alunos, e isso deve contar com o apoio dos pais e professores, lembrando-se de que o ensino e avaliação dos outros são, ao mesmo tempo, ensino e avaliação de nós mesmos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para concluir embasada neste estudo que hoje, a maior polêmica que se cria, em relação a perspectiva inovadora da avaliação, diz respeito à melhoria da qualidade de ensino.
Dentre os fatores que dificultam a superação da prática tradicional, está a crença dos educadores de todos os graus de ensino na manutenção da ação avaliativa classificatória, como garantia de um ensino de qualidade. As notas e as provas funcionam como redes de segurança em termos do controle exercido pelos professores sobre seus alunos, das escolas e dos pais sobre os professores e do sistema sobre suas escolas.
Essa não é apenas a crença dos professores, mas também de toda a sociedade, e isso transparece em noticiários de televisão, em jornais e nos comentários entre as pessoas de diferentes classes sociais.
As escolas têm tido seus medos justificados quando pensam em realizar mudanças na avaliação, pois é aí que ocorre a busca por escolas mais conservadoras pela parte dos pais, e, em muitos casos isso leva até ao cancelamento de matrículas.
Na verdade há um sério descrédito em relação as escolas inovadoras e seus sistemas de avaliação. A crença popular é de que os professores são, hoje, menos exigentes, e que as escolas não oferecem o ensino competente à semelhança das antigas gerações .
Mas será que o sistema de avaliação tradicional e classificatório assegura um ensino de qualidade?
A resposta para tal pergunta está constituída no fato de não se poder considerar como competente uma escola que sequer dá conta dos alunos que recebe, promovendo muitos à categoria de repetentes e evadidos.
Se esse sistema assegurasse o ensino de qualidade não haveria tantas reprovações, e isso leva a crer que a metodologia tradicional de aplicação de provas e atribuição de notas não é a melhor forma de avaliar o aluno.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ZAGURY, Tânia. Escola sem conflito: Parceria com os pais. Rio de Janeiro: Record, 2002.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: Os projetos de trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artmed, 1998.
AQUINO, Julio Groppa. (coord.). Erro e fracasso na escola: Alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997.
PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Artigo publicado pela aluna Meridiana Bernardi - Pedagogia 1
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