DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM
Os distúrbios de aprendizagem são encontrados em crianças, adolescentes, ou até em pessoas em idade adulta, sendo enfrentados por professores e por pessoas que convivem com os indivíduos que convivem com esses problemas.
Para detectar os distúrbios de aprendizagem é necessário abranger todo o processo e não apenas a capacidade de quem aprende ou deixa de aprender. Dessa maneira, é preciso que os professores conheçam os problemas mais freqüentes em relação a aprendizagem para saber como agir diante dos mesmos e encaminhá-los para profissionais especializados.
A deficiências no processo de aprendizagem podem ter muitos motivos que afetam a capacidade das pessoas. Alguns exemplos são: conflitos no ambiente familiar, problemas na qualidade de ensino, não adaptação ao método de ensino utilizado, aversão a determinada matéria, problemas no aparelho auditivo ou visão.
Um distúrbio de aprendizagem depende de muitos procedimentos como o acompanhamento constante da criança, análise de um especialista e suas condições de vida. Alguns problemas podem ser resolvidos facilmente ao detectar a causa deles e evitar que a criança passe por situações desnecessárias.
Algumas características de pessoas com distúrbio de aprendizagem:
Possuem uma inteligência próxima ao normal ou até superior.
Possuem difusão no sistema nervoso central.
Dificuldades nem aspecto específico de aprendizagem (leitura, escrita, fala, raciocínio).
Rendimento insatisfatório na escola com o relacionamento com as crianças da mesma idade.
São encontrados no início da alfabetização
Essas crianças precisam de tratamentos diferenciados de profissionais especializados e formas diferentes de ensino.
Uma educação infantil de qualidade é importante nesta fase, com professores qualificados para esta fase de ensino.
Classificação dos Distúrbios:
Distúrbios de Entrada
Os distúrbios de entrada se caracterizam pelas informações chegadas ao cérebro que podem ser através do ouvido (entrada de audição) e da visão (entrada visual). E esse processo todo de entrada, é realizado no cérebro.
Distúrbios de Percepção Visual
O distúrbio de percepção visual não se caracteriza por pessoas quem têm
dificuldades para enxergar em função de problemas como, por exemplo, a miopia e o astigmatismo. Nesse distúrbio, as duas características mais presentes são:
Dificuldade em definir a posição e/ou forma do que se vê.
A entrada de informação pode ser recebida com letras ao contrário ou giradas.
Existem dificuldades de aprendizagem que são causadas por motivos diferentes daquelas que têm sua origem nos distúrbios aprendizagem é o fato de eles provocarem dificuldades para a realização de atividades específicas, como a de leitura ou a de escrita. No entanto, elementos como o Autismo, a Síndrome de Down, a Deficiência Mental, a Síndrome de Asperger e outros, também causam dificuldades no processo de ensino-aprendizagem para aqueles que os possuem.
Eles não implicam apenas em dificuldades específicas como, por exemplo, a
compreensão da matemática, mas tornam difícil todo o processo de aprendizagem,
independente da área em que se aplica, ou seja, implicam em dificuldades globais.
Texto publicado pela aluna Jaqueline Casa - Pedagogia 1
Este Blog foi criado pela turma 1 de Licenciatura em Pedagogia à distância pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) do pólo de Camargo.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
TEXTO - JAQUELINE CASA
SUGESTÕES PARA UM BOM RESULTADO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA
As atitudes que poderiam ajudar o professor na prática educativa é a interação com os colegas professores, o envolvimento do diálogo entre professores e alunos.
Convidar os alunos a escrever no papel o que aprenderam sobre a aula, o que tiveram dúvidas possibilitando esclarecer dificuldades sobre a aula, seria muito interessante. Fazer auto-reflexões e auto-críticas sobre a aula, fazer planejamento sobre as aulas, ouvir as opiniões, dificuldades dos colegas professores e sempre procurar se ajudar.
O que já deve fazer parte da escola é o planejamento das aulas, os professores sempre devem tirar as dúvidas doa alunos em sala de aula, as problematizações procurando desafiar os alunos também faz parte da prática em sala de aula.
Muitos pontos podem ser relevantes para a prática educativa, podemos fazer ações educativas junto com os colegas professores, envolver-se na interação dialógica entre professores e alunos com o meio e com a educação crítica, assim podemos desenvolver ações pensando sobre elas, criticando, desmontado os mitos da prática, assim temos compreensão de um trabalho como crescimento profissional e realização pessoal.
O professor deve saber o que dá mais prazer aos alunos, buscar ações que resolvam dificuldades, havendo colaboração na busca de soluções aos problemas na prática educativa.
Outro item interessante é convidar os alunos a escrever as coisas que tiveram dificuldades, construindo perguntas sobre as dúvidas relativas aos conhecimentos educacionais trabalhados. Pode ser realizado no próprio caderno, desenhar num balão, uma nuvem. Essa é uma investigação que possibilita a auto-reflexão para registrar, produzir subsídios didáticos-metodológicos para efetivação do planejamento.
É necessário construir materiais e atividades às vezes com base em livros didáticos, mas não de forma mecânica, única e seqüencial. Essas aulas possibilitam um suporte para a ação educativa proposta como resolução de um problema, fazer auto-reflexões, auto-críticas, não só produzir, mas analisar materiais didáticos. Conversar com os alunos sobre as dificuldades dos mesmos, colher opiniões dos alunos sobre o tema em estudo, assim eles vão se soltando, lançar desafios e dúvidas.
Deve-se problematizar pois isso pode motivar as crianças em busca de respostas, e para o professor pode ser uma forma de aproximar a prática educacional dos problemas/situações envolvidos.
O planejamento das práticas pedagógicas guiados pelos momentos pedagógicos resulta em mudanças positivas na escola. Cada profissional tem sua disciplina e série, mas o planejamento ocorre de forma a envolver todos. Um professor ajuda o outro a organizar suas atividades sugerindo ou contribuindo com materiais.
Texto publicado pela aluna Jaqueline Casa - Pedagogia 1
As atitudes que poderiam ajudar o professor na prática educativa é a interação com os colegas professores, o envolvimento do diálogo entre professores e alunos.
Convidar os alunos a escrever no papel o que aprenderam sobre a aula, o que tiveram dúvidas possibilitando esclarecer dificuldades sobre a aula, seria muito interessante. Fazer auto-reflexões e auto-críticas sobre a aula, fazer planejamento sobre as aulas, ouvir as opiniões, dificuldades dos colegas professores e sempre procurar se ajudar.
O que já deve fazer parte da escola é o planejamento das aulas, os professores sempre devem tirar as dúvidas doa alunos em sala de aula, as problematizações procurando desafiar os alunos também faz parte da prática em sala de aula.
Muitos pontos podem ser relevantes para a prática educativa, podemos fazer ações educativas junto com os colegas professores, envolver-se na interação dialógica entre professores e alunos com o meio e com a educação crítica, assim podemos desenvolver ações pensando sobre elas, criticando, desmontado os mitos da prática, assim temos compreensão de um trabalho como crescimento profissional e realização pessoal.
O professor deve saber o que dá mais prazer aos alunos, buscar ações que resolvam dificuldades, havendo colaboração na busca de soluções aos problemas na prática educativa.
Outro item interessante é convidar os alunos a escrever as coisas que tiveram dificuldades, construindo perguntas sobre as dúvidas relativas aos conhecimentos educacionais trabalhados. Pode ser realizado no próprio caderno, desenhar num balão, uma nuvem. Essa é uma investigação que possibilita a auto-reflexão para registrar, produzir subsídios didáticos-metodológicos para efetivação do planejamento.
É necessário construir materiais e atividades às vezes com base em livros didáticos, mas não de forma mecânica, única e seqüencial. Essas aulas possibilitam um suporte para a ação educativa proposta como resolução de um problema, fazer auto-reflexões, auto-críticas, não só produzir, mas analisar materiais didáticos. Conversar com os alunos sobre as dificuldades dos mesmos, colher opiniões dos alunos sobre o tema em estudo, assim eles vão se soltando, lançar desafios e dúvidas.
Deve-se problematizar pois isso pode motivar as crianças em busca de respostas, e para o professor pode ser uma forma de aproximar a prática educacional dos problemas/situações envolvidos.
O planejamento das práticas pedagógicas guiados pelos momentos pedagógicos resulta em mudanças positivas na escola. Cada profissional tem sua disciplina e série, mas o planejamento ocorre de forma a envolver todos. Um professor ajuda o outro a organizar suas atividades sugerindo ou contribuindo com materiais.
Texto publicado pela aluna Jaqueline Casa - Pedagogia 1
ARTIGO - CATIANA
O DESAFIO DE ENSINAR PORTUGUÊS
Quando falamos em educação, logo nos vêm à mente o ensino de conceitos formados e exatos. Porém, há uma disciplina no currículo escolar que provoca discussões: por que ensinar português a falantes nativos desta língua?
Sabemos que a língua falada e escrita é o mais poderoso vínculo de comunicação entre as pessoas e uma área de discussão e conhecimento que estamos inseridos desde o momento em que nascemos. Ao tomarmos a Língua Portuguesa como objeto de estudo, vemos que, muito mais importante que saber regras, devemos dominar o modo de realização desta língua na sociedade. Uma língua só tem sentido em si quando os falantes compreendem seu processo e são capazes de expressar seus sentimentos e pensamentos através dela.
Dessa forma, se a língua é veículo comunicativo, faz-se necessário refletir sobre o que é linguagem. Considerando a linguagem como atividade humana, social, também o ensino da Língua Portuguesa deve seguir essa direção, proporcionando ao aluno condições de melhorar seu repertório lingüístico, sua competência comunicativa para ser capaz de empregar essa língua nas mais diversas situações de uso.
E é para que o ensino de português seja realmente eficiente que as aulas devem apresentar três fases: leitura, análise lingüística e produção textual, sendo que estas devem ser ancoradas em situações concretas de comunicação, para que o aluno possa perceber como se dá o processo de construção do enunciado e o valor que cada palavra tem no lugar onde foi posta.
Mas, neste ponto, esbarramos num problema muito evidente nas escolas: os alunos não gostam de ler e não sabem o que lêem. O que o professor deve fazer é incentivar a leitura, de qualquer texto, e não de livros escolhidos. A leitura não deve ser limitada, mas sim deve disponibilizar vários exemplares e de diversos gêneros e assuntos. O aluno deverá construir um conceito de que ler não é apenas decodificar o código escrito, mas produzir sentido e relacionar a leitura com sua vida, pois os livros recriam o mundo, permitem que a imaginação flua e que a pessoa se encante com aquilo que leu.
Quando o aluno compreender o verdadeiro sentido da leitura, certamente produzirá textos coerentes e coesos, sentirá prazer em realizar essa tarefa e se sentirá capaz. Com toda essa bagagem de informação, o estudante terá plenas condições de organizar suas idéias e argumentar, tornando-se autor daquilo que produziu, e não somente reproduzir o que já está escrito. No entanto, para que isso aconteça, é importante que o material, os textos utilizados na sala de aula sejam plenos de conteúdo, para que se possa, através deles, mostrar o funcionamento da língua.
Saber manejar a língua é ser capaz de entender como tal expressão foi co9nstruída e qual o efeito de sentido que ela produz em cada situação de uso. O ensino da gramática deve partir do texto, deve analisar lingüisticamente cada enunciado e, a partir dele, entender como funciona a regra e por que há uma exceção, e que isso ocorre de uma forma lógica. O que tem de mudar no ensino da Língua Portuguesa é que apenas as regras gramaticais são “ensinadas” e depois cobradas em exercícios mecânicos. Além disso, na hora da prova, ainda se utiliza a memorização como a melhor forma de alcançar uma boa nota. Porém, vimos que esse não é o melhor meio, nem o mais eficiente, e que é muito mais importante o aluno saber interpretar o que aprendeu e aplicar essa aprendizagem como forma de inclusão na sociedade. Devemos nos lembrar que ensinar uma língua não é apenas ensinar sua estrutura, mas sim o que a pessoa precisa saber para que ocorra uma comunicação eficiente.
Assim, o aluno deve perceber, na escola, que a aula de português não é uma aula “chata” e cansativa e que não serve para nada, mas que é através desse mecanismo que ele poderá mudar culturalmente e que “saber” essa língua poderá ser a porta de entrada para um futuro brilhante, tanto social quanto profissionalmente.
REFERÊNCIAS:
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
FÁVERO, Leonor Lopes. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 2002.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Moderna. 2003.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da Fala para Escrita. São Paulo.
Artigo publicado pela aluna Catiana Dallacort Lodi - Pedagogia 1
Quando falamos em educação, logo nos vêm à mente o ensino de conceitos formados e exatos. Porém, há uma disciplina no currículo escolar que provoca discussões: por que ensinar português a falantes nativos desta língua?
Sabemos que a língua falada e escrita é o mais poderoso vínculo de comunicação entre as pessoas e uma área de discussão e conhecimento que estamos inseridos desde o momento em que nascemos. Ao tomarmos a Língua Portuguesa como objeto de estudo, vemos que, muito mais importante que saber regras, devemos dominar o modo de realização desta língua na sociedade. Uma língua só tem sentido em si quando os falantes compreendem seu processo e são capazes de expressar seus sentimentos e pensamentos através dela.
Dessa forma, se a língua é veículo comunicativo, faz-se necessário refletir sobre o que é linguagem. Considerando a linguagem como atividade humana, social, também o ensino da Língua Portuguesa deve seguir essa direção, proporcionando ao aluno condições de melhorar seu repertório lingüístico, sua competência comunicativa para ser capaz de empregar essa língua nas mais diversas situações de uso.
E é para que o ensino de português seja realmente eficiente que as aulas devem apresentar três fases: leitura, análise lingüística e produção textual, sendo que estas devem ser ancoradas em situações concretas de comunicação, para que o aluno possa perceber como se dá o processo de construção do enunciado e o valor que cada palavra tem no lugar onde foi posta.
Mas, neste ponto, esbarramos num problema muito evidente nas escolas: os alunos não gostam de ler e não sabem o que lêem. O que o professor deve fazer é incentivar a leitura, de qualquer texto, e não de livros escolhidos. A leitura não deve ser limitada, mas sim deve disponibilizar vários exemplares e de diversos gêneros e assuntos. O aluno deverá construir um conceito de que ler não é apenas decodificar o código escrito, mas produzir sentido e relacionar a leitura com sua vida, pois os livros recriam o mundo, permitem que a imaginação flua e que a pessoa se encante com aquilo que leu.
Quando o aluno compreender o verdadeiro sentido da leitura, certamente produzirá textos coerentes e coesos, sentirá prazer em realizar essa tarefa e se sentirá capaz. Com toda essa bagagem de informação, o estudante terá plenas condições de organizar suas idéias e argumentar, tornando-se autor daquilo que produziu, e não somente reproduzir o que já está escrito. No entanto, para que isso aconteça, é importante que o material, os textos utilizados na sala de aula sejam plenos de conteúdo, para que se possa, através deles, mostrar o funcionamento da língua.
Saber manejar a língua é ser capaz de entender como tal expressão foi co9nstruída e qual o efeito de sentido que ela produz em cada situação de uso. O ensino da gramática deve partir do texto, deve analisar lingüisticamente cada enunciado e, a partir dele, entender como funciona a regra e por que há uma exceção, e que isso ocorre de uma forma lógica. O que tem de mudar no ensino da Língua Portuguesa é que apenas as regras gramaticais são “ensinadas” e depois cobradas em exercícios mecânicos. Além disso, na hora da prova, ainda se utiliza a memorização como a melhor forma de alcançar uma boa nota. Porém, vimos que esse não é o melhor meio, nem o mais eficiente, e que é muito mais importante o aluno saber interpretar o que aprendeu e aplicar essa aprendizagem como forma de inclusão na sociedade. Devemos nos lembrar que ensinar uma língua não é apenas ensinar sua estrutura, mas sim o que a pessoa precisa saber para que ocorra uma comunicação eficiente.
Assim, o aluno deve perceber, na escola, que a aula de português não é uma aula “chata” e cansativa e que não serve para nada, mas que é através desse mecanismo que ele poderá mudar culturalmente e que “saber” essa língua poderá ser a porta de entrada para um futuro brilhante, tanto social quanto profissionalmente.
REFERÊNCIAS:
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
FÁVERO, Leonor Lopes. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 2002.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: Moderna. 2003.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da Fala para Escrita. São Paulo.
Artigo publicado pela aluna Catiana Dallacort Lodi - Pedagogia 1
ARTIGO - ELISÂNGELA
REFLEXÕES SOBRE ALFABETIZAÇÃO
Este trabalho foi realizado a partir do estudo proposto pelo curso de Licenciatura em Pedagogia, que realizei com a parceria da Escola Estadual de Ensino Médio Anchieta, sobre situações que nesta acontecem, e que tem por finalidades discutir sobre o processo de alfabetização.
O processo de alfabetização tem por objetivo levar a aprendizagem através do domínio da mecânica da língua oral para a escrita e vice-versa, afim de, identificar significado da compreensão e expressão da leitura e da escrita. Introduzir a criança no mundo letrado, tornando-a um sujeito capaz de fazer uso dessa linguagem, conforme necessidades individuais desenvolvendo-se com a mente voltada a atender as demandas da sociedade.
Alfabetizar não se resume a apropriação de uma tecnologia de codificação e decodificação, pois depende de características históricas, culturais, econômicas, tecnológicas e políticas, ou seja, deve ser pensada como estar envolvida em um contexto social. Com isso fica claro que a alfabetização não é somente o aprendizado inicial, mas sim a um processo continuo, mas para isso, é necessário o incentivo diário ao mundo letrado.
A alfabetização é um conjunto de habilidades tornando-se assim um fenômeno de natureza complexa e multifacetada em busca do verdadeiro significado. Cabe ao professor uma boa preparação que o leve a compreensão de todas as facetas psicológicas, psicolingüísticas, sociolingüísticas e de todos os condicionantes sociais, culturais e políticos do processo de alfabetização. A fim de adotar um método e materiais didáticos significativos para alfabetizar, alem de buscar informações concretas sobre a escola, os alunos e todo o entornam em que estão inseridos. (Referencia Soares, 2002).
A criança chega a escola trazendo uma base de conhecimentos do mundo letrado, mas esses conhecimentos vão ser aperfeiçoados no decorrer do ano letivo, juntamente com o professor alfabetizador que tem por função ensinar os alunos colocar em pratica esses conhecimentos de forma correta.
A aquisição da leitura e da escrita necessita de estímulos por parte da escola, do professor e também dos familiares, motivarem o aluno e propiciar a ele um ambiente letrado, alem de fazer uso de uma metodologia com bastantes historias e que apresente o concreto, respeitando sempre o ritmo de cada um.
É papel de a escola propiciar condições necessárias e favoráveis para que todos obtenham um bom aprendizado de acordo com a realidade em que vivem. Na escola, os alunos aprendem a interagir em grupos, a respeitar as diferenças, a desenvolver a vida social, com isso, a escola tem um papel fundamental na vida do educando.
Um dos pontos principais no processo de alfabetização é o professor adquiria conhecimentos sobre seus alunos e também sobre onde e como vivem perceber as diferenças de cada um, assim é possível adotar um método de ensino baseado na realidade de todos.
A aquisição da leitura e da escrita se da de acordo com o desenvolvimento de cada aluno, por isso, a importância de conviver em um ambiente letrado dentro e fora da escola, desta forma entende-se que o processo de alfabetização é um aprendizado continuo onde o aluno é sujeito ativo deste processo.
Referencia bibliográficas:
Soares 2002, Alfabetização e letra mento.
Revista Nova Escola, março de 2006, edição 190.
Informações colhidas na escola parceira E.E.E.M.Anchieta.
Alfabeletrando de Liliam Cristine Ribeiro Parreira.
Artigo publicado pela aluna Elisângela Mistura - Pedagogia 1
Este trabalho foi realizado a partir do estudo proposto pelo curso de Licenciatura em Pedagogia, que realizei com a parceria da Escola Estadual de Ensino Médio Anchieta, sobre situações que nesta acontecem, e que tem por finalidades discutir sobre o processo de alfabetização.
O processo de alfabetização tem por objetivo levar a aprendizagem através do domínio da mecânica da língua oral para a escrita e vice-versa, afim de, identificar significado da compreensão e expressão da leitura e da escrita. Introduzir a criança no mundo letrado, tornando-a um sujeito capaz de fazer uso dessa linguagem, conforme necessidades individuais desenvolvendo-se com a mente voltada a atender as demandas da sociedade.
Alfabetizar não se resume a apropriação de uma tecnologia de codificação e decodificação, pois depende de características históricas, culturais, econômicas, tecnológicas e políticas, ou seja, deve ser pensada como estar envolvida em um contexto social. Com isso fica claro que a alfabetização não é somente o aprendizado inicial, mas sim a um processo continuo, mas para isso, é necessário o incentivo diário ao mundo letrado.
A alfabetização é um conjunto de habilidades tornando-se assim um fenômeno de natureza complexa e multifacetada em busca do verdadeiro significado. Cabe ao professor uma boa preparação que o leve a compreensão de todas as facetas psicológicas, psicolingüísticas, sociolingüísticas e de todos os condicionantes sociais, culturais e políticos do processo de alfabetização. A fim de adotar um método e materiais didáticos significativos para alfabetizar, alem de buscar informações concretas sobre a escola, os alunos e todo o entornam em que estão inseridos. (Referencia Soares, 2002).
A criança chega a escola trazendo uma base de conhecimentos do mundo letrado, mas esses conhecimentos vão ser aperfeiçoados no decorrer do ano letivo, juntamente com o professor alfabetizador que tem por função ensinar os alunos colocar em pratica esses conhecimentos de forma correta.
A aquisição da leitura e da escrita necessita de estímulos por parte da escola, do professor e também dos familiares, motivarem o aluno e propiciar a ele um ambiente letrado, alem de fazer uso de uma metodologia com bastantes historias e que apresente o concreto, respeitando sempre o ritmo de cada um.
É papel de a escola propiciar condições necessárias e favoráveis para que todos obtenham um bom aprendizado de acordo com a realidade em que vivem. Na escola, os alunos aprendem a interagir em grupos, a respeitar as diferenças, a desenvolver a vida social, com isso, a escola tem um papel fundamental na vida do educando.
Um dos pontos principais no processo de alfabetização é o professor adquiria conhecimentos sobre seus alunos e também sobre onde e como vivem perceber as diferenças de cada um, assim é possível adotar um método de ensino baseado na realidade de todos.
A aquisição da leitura e da escrita se da de acordo com o desenvolvimento de cada aluno, por isso, a importância de conviver em um ambiente letrado dentro e fora da escola, desta forma entende-se que o processo de alfabetização é um aprendizado continuo onde o aluno é sujeito ativo deste processo.
Referencia bibliográficas:
Soares 2002, Alfabetização e letra mento.
Revista Nova Escola, março de 2006, edição 190.
Informações colhidas na escola parceira E.E.E.M.Anchieta.
Alfabeletrando de Liliam Cristine Ribeiro Parreira.
Artigo publicado pela aluna Elisângela Mistura - Pedagogia 1
ARTIGO - CATIANA
O ALUNO COMO CENTRO DA AÇÃO DOCENTE
Ao longo do curso de Pedagogia – EAD foram desenvolvidas uma série de temáticas acerca do fazer docente. Iniciamos nossa caminhada compreendendo como cada corpo/sujeito se comporta dentro da escola. E todos são importantes, cada um na sua função. A escola precisa ser vista por todos como um conjunto em que o início, meio e fim de seus propósitos é a aprendizagem. Mas, para que isso aconteça, cada indivíduo deve ser valorizado na sua diversidade. Tais percepções somente são possíveis pela necessidade de estar inserido em uma escola parceira em busca de indícios que valorizam e fundamentam a prática docente. Para tanto, é importante que façamos um apanhado geral em nossa memória, em busca de situações que revelam o quanto práticas educativas foram significativas no nosso caminho pelo aprender. E aí entra em cena o jogo, a brincadeira como centro da aprendizagem infantil, chegando até grandes teóricos que descobriram facetas da mente infantil.
São muitas as formas de aprender. Cada aluno tem seu potencial próprio e desenvolve sua aprendizagem de modo específico. O respeito às diversidades é o grande desafio do momento pelo qual passa a escola. O aluno, até mesmo aquele considerado com necessidades especiais precisa ser incluído numa turma tida como normal. A dificuldade apresentada é quanto à formação dos professores, que continua sendo apenas para aqueles alunos considerados “normais”. O que fazer a partir disso? Neste momento entra em nossa discussão o papel da formação continuada e das reformulações curriculares, para que efetivamente possam contemplar a todos.
O currículo escolar é de extrema importância por necessitar de uma abrangência muito significativa, tanto no que se refere aos conteúdos específicos como no meio social em que a escola e os alunos estão inseridos. No texto Concepção de currículo ampliado, produzido por um coletivo de autores, temos a seguinte definição “a função social do currículo é ordenar a reflexão pedagógica do aluno de forma a pensar a realidade social desenvolvendo determinada lógica”. Isso porque é necessário levar em conta a realidade em que o aluno está inserido, quais seus conhecimentos prévios, quais suas dificuldades, expectativas diante daquilo que lhe é apresentado. O aluno precisa ser visto como um todo, um ser completo, sujeito de sua história, como uma pessoa que não consegue separar sua vida de casa, seus conflitos internos, suas necessidades específicas com as necessidades de escola.
Esta concepção de currículo vem a contribuir com os estudos de Piaget e Vygotsky. Estes defendem que um ser jamais está pronto em termos de conhecimento. A aquisição do conhecimento acontece de modo permanente, cada saber em seu tempo e a seu modo. Piaget nos diz que
“o conhecimento não é visto como algo pronto ou que pode ser adquirido passivamente de fora para dentro. Essa teoria apresenta uma visão ativa do sujeito, que, agindo sobre os objetos, vai interiorizando o conhecimento a partir deles. Ao mesmo tempo, sofre influências do meio em que está inserido e interage com o grupo social em que vive.” (NAPOLINI, 1996, p. 180-190)
Eis então os motivos pelos quais o professor precisa conhecer verdadeiramente seus alunos, fazer um apanhado geral sobre suas famílias e sobre o conhecimento já adquirido. A aquisição do conhecimento inicia com o nascimento. O aluno já chega na escola repleto de saber. É exatamente Vygotsky que defende isso:
“O desenvolvimento do homem se inicia com o nascimento. Sendo assim, quando a criança chega à escola já percorreu um longo caminho, tanto no desenvolvimento quanto na aprendizagem. Portanto, a aprendizagem escolar não começa no vazio”. (NAPOLINI, 1996, p.180-190)
O aluno somente será o centro da ação docente quando realmente o professor estiver interessado em conhecê-lo. É o que vem acontecendo com a turma em que realizei parceria. A professora consegue fazer um acompanhamento bem amplo de seus alunos. Assim, contempla cada necessidade apresentada com atividades que realmente gerem conhecimento. Aqui entra o lúdico, a brincadeira. A criança aprende sem perceber o que o professor pretende. O aprender torna-se prazeroso, atraente e gratificante. A escola passa da obrigatoriedade imposta pela sociedade para o prazer em estar nela, pois tem certeza de que é satisfatório estar lá.
Cada professor tem sua metodologia específica. Paulo Freire nos diz que todo professor precisa saber que “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” (FREIRE, 1996, p.47). Foi isso que buscou deixar quando inventou o método de ensino/alfabetização de jovens e adultos baseado na realidade de cada comunidade. Método este que hoje recebe seu nome e é estudado e “copiado” por uma infinidade de docentes que, assim como ele, querem ser significativos na vida de seus alunos.
Quando professor e família estiverem juntos para a formação do intelecto da criança, o trabalho se torna mais fácil e mais eficaz. O professor necessita de informações que apenas a família tem condições de saber sobre a criança. Um dos fatores que atrapalham o processo ensino aprendizagem é a falta de conhecimento sobre os alunos. O curso em Pedagogia em questão pretende que este seja um problema superado, uma vez que tem como centro de sua formação a pesquisa da realidade para a prática docente.
REFERÊNCIAS:
CARDOSO, Beatriz. Quem pergunta quer saber. Ambiente MOODLE – UFPEL.
CARDOSO, Beatriz. EDNIR, Madza. Ler e escrever, muito prazer! Editora Ática. São Paulo. 2ª ed. 2006.
EXCERTOS de “A experiência criativa”. Ambiente MOODLE – UFPEL.
FREIRE, Madalena. Educador: educa a dor. São Paulo; Paz e Terra, 2008.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. HORTON, Myles. O caminho se faz caminhando: conversas sobre educação e mudança social. Petrópolis, Editora Vozes, 2009.
HICKEL, Neusa. A inteligência é um processo e não um dom. Ambiente MOODLE – UFPEL. Acesso em 29/06/2009.
LIMA, A.F.S.O. Pré – escola e Alfabetização: uma proposta baseada em P. Freire e J. Piaget. 14 ed. Petrópolis; Editora Vozes, 2001. p.45-48.
METODOLOGIA do ensino da educação física: concepção de currículo ampliado. Coletivo de autores; São Paulo. Cortez, 1992. (Coleção magistério. 2º grau. Série formação do professor). P.26-30.
NAPOLINI, AT. Didática do português: tijolo por tijolo: leitura e produção escrita. São Paulo; FTD, 1996. p.180-190.
OLIVEIRA, Tarcizo. OLIVEIRA, Carla E.D. Erros e acertos na educação. Porto Alegre, 2007. 1ª ed.
SANTOS, Júlio César Furtado dos. Aprendizagem significativa: modalidades de aprendizagem e o papel do professor. Porto Alegre; Mediação, 2008.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo; Contexto, 2007.
Artigo publicado pela aluna Catiana Dallacort Lodi - Pedagogia 1
Ao longo do curso de Pedagogia – EAD foram desenvolvidas uma série de temáticas acerca do fazer docente. Iniciamos nossa caminhada compreendendo como cada corpo/sujeito se comporta dentro da escola. E todos são importantes, cada um na sua função. A escola precisa ser vista por todos como um conjunto em que o início, meio e fim de seus propósitos é a aprendizagem. Mas, para que isso aconteça, cada indivíduo deve ser valorizado na sua diversidade. Tais percepções somente são possíveis pela necessidade de estar inserido em uma escola parceira em busca de indícios que valorizam e fundamentam a prática docente. Para tanto, é importante que façamos um apanhado geral em nossa memória, em busca de situações que revelam o quanto práticas educativas foram significativas no nosso caminho pelo aprender. E aí entra em cena o jogo, a brincadeira como centro da aprendizagem infantil, chegando até grandes teóricos que descobriram facetas da mente infantil.
São muitas as formas de aprender. Cada aluno tem seu potencial próprio e desenvolve sua aprendizagem de modo específico. O respeito às diversidades é o grande desafio do momento pelo qual passa a escola. O aluno, até mesmo aquele considerado com necessidades especiais precisa ser incluído numa turma tida como normal. A dificuldade apresentada é quanto à formação dos professores, que continua sendo apenas para aqueles alunos considerados “normais”. O que fazer a partir disso? Neste momento entra em nossa discussão o papel da formação continuada e das reformulações curriculares, para que efetivamente possam contemplar a todos.
O currículo escolar é de extrema importância por necessitar de uma abrangência muito significativa, tanto no que se refere aos conteúdos específicos como no meio social em que a escola e os alunos estão inseridos. No texto Concepção de currículo ampliado, produzido por um coletivo de autores, temos a seguinte definição “a função social do currículo é ordenar a reflexão pedagógica do aluno de forma a pensar a realidade social desenvolvendo determinada lógica”. Isso porque é necessário levar em conta a realidade em que o aluno está inserido, quais seus conhecimentos prévios, quais suas dificuldades, expectativas diante daquilo que lhe é apresentado. O aluno precisa ser visto como um todo, um ser completo, sujeito de sua história, como uma pessoa que não consegue separar sua vida de casa, seus conflitos internos, suas necessidades específicas com as necessidades de escola.
Esta concepção de currículo vem a contribuir com os estudos de Piaget e Vygotsky. Estes defendem que um ser jamais está pronto em termos de conhecimento. A aquisição do conhecimento acontece de modo permanente, cada saber em seu tempo e a seu modo. Piaget nos diz que
“o conhecimento não é visto como algo pronto ou que pode ser adquirido passivamente de fora para dentro. Essa teoria apresenta uma visão ativa do sujeito, que, agindo sobre os objetos, vai interiorizando o conhecimento a partir deles. Ao mesmo tempo, sofre influências do meio em que está inserido e interage com o grupo social em que vive.” (NAPOLINI, 1996, p. 180-190)
Eis então os motivos pelos quais o professor precisa conhecer verdadeiramente seus alunos, fazer um apanhado geral sobre suas famílias e sobre o conhecimento já adquirido. A aquisição do conhecimento inicia com o nascimento. O aluno já chega na escola repleto de saber. É exatamente Vygotsky que defende isso:
“O desenvolvimento do homem se inicia com o nascimento. Sendo assim, quando a criança chega à escola já percorreu um longo caminho, tanto no desenvolvimento quanto na aprendizagem. Portanto, a aprendizagem escolar não começa no vazio”. (NAPOLINI, 1996, p.180-190)
O aluno somente será o centro da ação docente quando realmente o professor estiver interessado em conhecê-lo. É o que vem acontecendo com a turma em que realizei parceria. A professora consegue fazer um acompanhamento bem amplo de seus alunos. Assim, contempla cada necessidade apresentada com atividades que realmente gerem conhecimento. Aqui entra o lúdico, a brincadeira. A criança aprende sem perceber o que o professor pretende. O aprender torna-se prazeroso, atraente e gratificante. A escola passa da obrigatoriedade imposta pela sociedade para o prazer em estar nela, pois tem certeza de que é satisfatório estar lá.
Cada professor tem sua metodologia específica. Paulo Freire nos diz que todo professor precisa saber que “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” (FREIRE, 1996, p.47). Foi isso que buscou deixar quando inventou o método de ensino/alfabetização de jovens e adultos baseado na realidade de cada comunidade. Método este que hoje recebe seu nome e é estudado e “copiado” por uma infinidade de docentes que, assim como ele, querem ser significativos na vida de seus alunos.
Quando professor e família estiverem juntos para a formação do intelecto da criança, o trabalho se torna mais fácil e mais eficaz. O professor necessita de informações que apenas a família tem condições de saber sobre a criança. Um dos fatores que atrapalham o processo ensino aprendizagem é a falta de conhecimento sobre os alunos. O curso em Pedagogia em questão pretende que este seja um problema superado, uma vez que tem como centro de sua formação a pesquisa da realidade para a prática docente.
REFERÊNCIAS:
CARDOSO, Beatriz. Quem pergunta quer saber. Ambiente MOODLE – UFPEL.
CARDOSO, Beatriz. EDNIR, Madza. Ler e escrever, muito prazer! Editora Ática. São Paulo. 2ª ed. 2006.
EXCERTOS de “A experiência criativa”. Ambiente MOODLE – UFPEL.
FREIRE, Madalena. Educador: educa a dor. São Paulo; Paz e Terra, 2008.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. HORTON, Myles. O caminho se faz caminhando: conversas sobre educação e mudança social. Petrópolis, Editora Vozes, 2009.
HICKEL, Neusa. A inteligência é um processo e não um dom. Ambiente MOODLE – UFPEL. Acesso em 29/06/2009.
LIMA, A.F.S.O. Pré – escola e Alfabetização: uma proposta baseada em P. Freire e J. Piaget. 14 ed. Petrópolis; Editora Vozes, 2001. p.45-48.
METODOLOGIA do ensino da educação física: concepção de currículo ampliado. Coletivo de autores; São Paulo. Cortez, 1992. (Coleção magistério. 2º grau. Série formação do professor). P.26-30.
NAPOLINI, AT. Didática do português: tijolo por tijolo: leitura e produção escrita. São Paulo; FTD, 1996. p.180-190.
OLIVEIRA, Tarcizo. OLIVEIRA, Carla E.D. Erros e acertos na educação. Porto Alegre, 2007. 1ª ed.
SANTOS, Júlio César Furtado dos. Aprendizagem significativa: modalidades de aprendizagem e o papel do professor. Porto Alegre; Mediação, 2008.
SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo; Contexto, 2007.
Artigo publicado pela aluna Catiana Dallacort Lodi - Pedagogia 1
TEXTO - IÚRICA
A INCLUSÃO NAS ESCOLAS
Uma inovação, mas, com sentindo as vezes distorcido, não podemos negar que a inclusão é sem dúvida uma inovação. Mesmo sendo polemizado por diversos segmentos da educação, tem o intuito de inserir alunos com déficits, permanentes ou não em classes regulares, sejam com problemas leves ou graves, garantindo o que a Constituição propõe, que é o direito de todos a educação.
A inovação na educação inclusive, está baseada na concretização de algo óbvio, do simples e do que é possível fazer, mas precisa ser compreendido e aceito pela resistência de muitos educadores. A inclusão nada mais é do que inovação até torná-la compreensível aos olhos da maioria, atendendo os paradigmas educacionais existentes.
É de conhecimento de todos que toda criança precisa da escola para aprender. O caminho escolar não pode parecer assombroso ou transmitir ameaça ou medo para as crianças. Quando em instituições se apresentam como competitivas entre os alunos, o percurso pode ser muito mais difícil de ser vencido tanto pelo aluno regular quanto para o aluno incluído em classe especial.
Garantir ao aluno especial a aceitação é um papel trabalhoso tanto para escola quanto pela família. Portanto, quem deve mudar? a escola ou os alunos? O ensino acostumado com alunos ditos normais? Os professores que devem se aperfeiçoar para exercer essa nova situação dentro de sala de aula? São inúmeros questionamentos que buscam esclarecer dúvidas e situações para elucidar novos desafios para as classes que recebem alunos especiais.
Segundo a educadora Maria Teresa Eglér Mantoan de São Paulo algumas sugestões são feitas para que essas classes ocorram de forma saudável, entre elas estimular as escolas para que elaborem com autonomia e de forma participativa o seu Projeto Político Pedagógico, elaborar um currículo escolar que reflita o meio social e cultural em que se insere, aprendizagem como o centro das atividades escolares e o sucesso dos alunos, como a meta da escola.
Se conseguirmos algo parecido com isso, talvez possamos garantir segurança, educação e acessibilidade a todos de uma forma saudável e democrática e com uma educação de qualidade e inclusiva.
Texto publicado pela aluna Iurica Bonafé - Pedagogia 1
Uma inovação, mas, com sentindo as vezes distorcido, não podemos negar que a inclusão é sem dúvida uma inovação. Mesmo sendo polemizado por diversos segmentos da educação, tem o intuito de inserir alunos com déficits, permanentes ou não em classes regulares, sejam com problemas leves ou graves, garantindo o que a Constituição propõe, que é o direito de todos a educação.
A inovação na educação inclusive, está baseada na concretização de algo óbvio, do simples e do que é possível fazer, mas precisa ser compreendido e aceito pela resistência de muitos educadores. A inclusão nada mais é do que inovação até torná-la compreensível aos olhos da maioria, atendendo os paradigmas educacionais existentes.
É de conhecimento de todos que toda criança precisa da escola para aprender. O caminho escolar não pode parecer assombroso ou transmitir ameaça ou medo para as crianças. Quando em instituições se apresentam como competitivas entre os alunos, o percurso pode ser muito mais difícil de ser vencido tanto pelo aluno regular quanto para o aluno incluído em classe especial.
Garantir ao aluno especial a aceitação é um papel trabalhoso tanto para escola quanto pela família. Portanto, quem deve mudar? a escola ou os alunos? O ensino acostumado com alunos ditos normais? Os professores que devem se aperfeiçoar para exercer essa nova situação dentro de sala de aula? São inúmeros questionamentos que buscam esclarecer dúvidas e situações para elucidar novos desafios para as classes que recebem alunos especiais.
Segundo a educadora Maria Teresa Eglér Mantoan de São Paulo algumas sugestões são feitas para que essas classes ocorram de forma saudável, entre elas estimular as escolas para que elaborem com autonomia e de forma participativa o seu Projeto Político Pedagógico, elaborar um currículo escolar que reflita o meio social e cultural em que se insere, aprendizagem como o centro das atividades escolares e o sucesso dos alunos, como a meta da escola.
Se conseguirmos algo parecido com isso, talvez possamos garantir segurança, educação e acessibilidade a todos de uma forma saudável e democrática e com uma educação de qualidade e inclusiva.
Texto publicado pela aluna Iurica Bonafé - Pedagogia 1
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