ESCOLA
Escola todo dia
Dia sim, dia não.
Não porque é dia de prova.
Sim porque tem brincadeira.
Professora faceira, colega de bobeira.
Escola todo dia.
Dia sim, dia não.
Não porque tem matemática.
Sim porque tem colega nova.
Nova com novidade e muita curiosidade.
Escola é aprender, escola é brincar.
Todo dia é dia de escola.
Poesia publicada pela aluna Elisangela Mistura - Pedagogia 1
Este Blog foi criado pela turma 1 de Licenciatura em Pedagogia à distância pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) do pólo de Camargo.
domingo, 16 de outubro de 2011
ACRÓSTICO - EDUCAÇÃO INCLUSIVA - ATAÍSE
Em nosso dia a dia aprendemos certos valores de profissionalismo
Da mesma forma tentamos repassá-los aos nossos alunos
Uns com habilidades e saberes maiores que os outros
Com mais dedicação, atenção e carinho,
Ainda sabemos que precisamos buscar mais valores
Conhecer a necessidade dos sujeitos
Apoiando quando necessário e destacar o quanto é importante a presença do mestre
Organizar, associar e buscar algo a mais para transmitir aos educandos.
Isto jamais poderá ser deixado de lado
Nossos alunos com deficiência terão que ser inclusos
Caminhar juntos sempre em busca de novas idéias
Levar aos alunos o conhecimento de seus direitos e deveres
Unificar o interesse em aprendizagem em sala de aula e em seu entorno
Saber fornecer escolhas e opções para manter o bom desenvolvimento da aprendizagem
Investigar cada vez mais as necessidades dos sujeitos
Variar as atividades que serão desenvolvidas durante o tempo de ensino
Acreditar que unindo valores conseguiremos obter uma educação inclusiva
Acróstico publicado pela aluna Ataíse Filippi - Pedagogia 1
Da mesma forma tentamos repassá-los aos nossos alunos
Uns com habilidades e saberes maiores que os outros
Com mais dedicação, atenção e carinho,
Ainda sabemos que precisamos buscar mais valores
Conhecer a necessidade dos sujeitos
Apoiando quando necessário e destacar o quanto é importante a presença do mestre
Organizar, associar e buscar algo a mais para transmitir aos educandos.
Isto jamais poderá ser deixado de lado
Nossos alunos com deficiência terão que ser inclusos
Caminhar juntos sempre em busca de novas idéias
Levar aos alunos o conhecimento de seus direitos e deveres
Unificar o interesse em aprendizagem em sala de aula e em seu entorno
Saber fornecer escolhas e opções para manter o bom desenvolvimento da aprendizagem
Investigar cada vez mais as necessidades dos sujeitos
Variar as atividades que serão desenvolvidas durante o tempo de ensino
Acreditar que unindo valores conseguiremos obter uma educação inclusiva
Acróstico publicado pela aluna Ataíse Filippi - Pedagogia 1
TEXTO - ARLETE
BLOG COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA
A utilização de blogs na escola, além de facilitar a exposição e a divulgação dos trabalhos dos alunos, aumenta seu conhecimento tecnológico e é muito atrativo. O professor precisa estar inserido no mundo das tecnologias para que possa direcionar suas aulas de forma a mediar o conhecimento teórico e prático, aproveitando os recursos que a internet oferece, reinventando o trabalho pedagógico e envolvendo mais os alunos.
Texto publicado pela aluna Arlete Tomasi - Pedagogia 1
A utilização de blogs na escola, além de facilitar a exposição e a divulgação dos trabalhos dos alunos, aumenta seu conhecimento tecnológico e é muito atrativo. O professor precisa estar inserido no mundo das tecnologias para que possa direcionar suas aulas de forma a mediar o conhecimento teórico e prático, aproveitando os recursos que a internet oferece, reinventando o trabalho pedagógico e envolvendo mais os alunos.
Texto publicado pela aluna Arlete Tomasi - Pedagogia 1
ACRÓSTICO: GESTÃO ESCOLAR - FRANCIELI
Gostar de ser educador,
Educar com amor e doação,
Sentir em cada aluno um valor,
Ter capacidade de elaborar e buscar ideais,
Atender e ouvir com comprometimento,
Olhar sempre com idealismo.
Embora ainda haja muito para buscar,
Sempre é tempo de iniciar uma atividade,
Colher sempre bons frutos,
Onde a semente é lançada é como um desafio,
Levantar-se sempre após cada tropeço,
Almejar sempre com conhecimento maior,
Realizar-se dia após dia.
Acróstico publicado pela aluna Francieli Filippi - Pedagogia 1
Educar com amor e doação,
Sentir em cada aluno um valor,
Ter capacidade de elaborar e buscar ideais,
Atender e ouvir com comprometimento,
Olhar sempre com idealismo.
Embora ainda haja muito para buscar,
Sempre é tempo de iniciar uma atividade,
Colher sempre bons frutos,
Onde a semente é lançada é como um desafio,
Levantar-se sempre após cada tropeço,
Almejar sempre com conhecimento maior,
Realizar-se dia após dia.
Acróstico publicado pela aluna Francieli Filippi - Pedagogia 1
POESIA - ATAÍSE
UNIDOS PARA TRANSFORMAR
Apenas uma gota d’água
Não se transforma em um rio...
São necessárias muitas delas.
Não se trata de uma união para uma construção qualquer.
Este rio que pode se formar com
Gotículas de água,
É o mesmo que pensarmos na criação de uma escola...
Ainda não existe uma escola perfeita
Mas isso não significa que não há possibilidades
De nos mobilizarmos para transformá-la...
Como apenas uma gota d’água
Não formará um rio...
Apenas um profissional
Não transformará uma escola.
Mas, muitas gotas formarão...
Assim como muitas pessoas poderão transformar.
Cada gota é igual,
Assim como cada ser humano.
Alguns contribuem de uma maneira um pouco diferente,
Mas todos com sua importância.
É uma harmonia de diferentes vozes,
Que formam um grupo de gestores
Que procuram novos rumos...
Se empenham...
Buscam alcançar os objetivos traçados.
Este coletivo de pessoas,
Ampliam saberes...
Compartilham experiências...
E fazem de cada ano letivo,
Um ano novo,do início ao fim.
Poesia publicada pela aluna Ataíse Filippi - Pedagogia 1
Apenas uma gota d’água
Não se transforma em um rio...
São necessárias muitas delas.
Não se trata de uma união para uma construção qualquer.
Este rio que pode se formar com
Gotículas de água,
É o mesmo que pensarmos na criação de uma escola...
Ainda não existe uma escola perfeita
Mas isso não significa que não há possibilidades
De nos mobilizarmos para transformá-la...
Como apenas uma gota d’água
Não formará um rio...
Apenas um profissional
Não transformará uma escola.
Mas, muitas gotas formarão...
Assim como muitas pessoas poderão transformar.
Cada gota é igual,
Assim como cada ser humano.
Alguns contribuem de uma maneira um pouco diferente,
Mas todos com sua importância.
É uma harmonia de diferentes vozes,
Que formam um grupo de gestores
Que procuram novos rumos...
Se empenham...
Buscam alcançar os objetivos traçados.
Este coletivo de pessoas,
Ampliam saberes...
Compartilham experiências...
E fazem de cada ano letivo,
Um ano novo,do início ao fim.
Poesia publicada pela aluna Ataíse Filippi - Pedagogia 1
RESENHA - JOICE
Resenha do capítulo ‘Desenvolvimento Moral’ da obra Piaget para a Educação Pré-escolar, escrita por Constance Kamii e Rheta Devries, 2ª ed., Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
DESENVOLVIMENTO MORAL
Joice Possa
O construtivismo de Piaget está presente, também, em suas idéias acerca do desenvolvimento moral da criança; acreditando que este também é um processo de construção do interior. Piaget acredita que as relações externas não contribuem para o desenvolvimento moral da criança, pois impedem o desenvolvimento de sua autonomia.
Normalmente, a criança aprende regras sociais em obediência aos adultos e ao meio, porém a obediência não contribui ao processo de desenvolvimento porque a criança deixa sua conduta ser governada e age assim para evitar castigos. Porém, quando a criança está consciente de sua conduta e possui uma relação de confiança com o adulto, ela cria suas próprias regras morais. Concordo com essas afirmações de Piaget pois conheço crianças que não aceitam ser ‘mandadas’, elas somente fazem o que é solicitado quando confiam e acreditam no adulto que solicita a atividade.
A criança nos primeiros anos de vida não é capaz de criar seu sistema de regras, dependerá do auxílio do adulto para criar suas próprias possibilidades. É através das relações não coersivas que o adulto ajudará a criança a passar de um estado egocêntrico para a descentração e coordenação interindividual. Aos poucos, ela compreenderá que os outros possuem desejos diferentes dos seus e passará a entender o porquê de emprestar seus brinquedos ou de cooperar com os outros.
Quando o adulto reduz seu poder, a criança consegue desenvolver sua autonomia. Piaget afirma que o indivíduo cooperará voluntariamente na medida em que pode escolher e decidir. É importante sim, como diz Piaget, que seja dada à criança a liberdade de escolha e decisão, porém essa liberdade é limitada, pois é impossível evitar a interferência do adulto.
Piaget estudou os tipos de sanções utilizadas pelos adultos para pressionar as crianças a obedecerem regras e as dividiu em dois tipos: sanções expiatórias e sanções por reciprocidade. As sanções expiatórias são aquelas em que não há relação lógica entre o ato da criança e o castigo ou punição imposta pelo adulto. Acredito que esse tipo de sanção gera somente a dor e a raiva na criança, uma vez que ela não entende porque está sendo punida daquela forma.
As sanções por reciprocidade são aquelas em que há relação lógica entre o ato da criança e a sanção. Esse tipo de sanção se caracteriza para as crianças por não ser arbitrário, ela compreende que se quebrar um brinquedo que gosta muito não terá mais seu brinquedo. É claro que o adulto não deixa de usar seu poder, mas como já foi dito, ele usa o mínimo de sua autoridade, possibilitando que a criança construa as suas próprias regras morais.
Piaget identificou seis tipos de sanção por reciprocidade, porém adverte que qualquer uma delas pode se tornar uma sanção expiatória à medida que o adulto as utilizar de forma punitiva. O elemento importante na relação entre o adulto e a criança é a atitude de cooperação; mas acredito que a confiança, também, seja essencial entre eles.
Resenha publicada pela aluna Joice Possa - Pedagogia 1
DESENVOLVIMENTO MORAL
Joice Possa
O construtivismo de Piaget está presente, também, em suas idéias acerca do desenvolvimento moral da criança; acreditando que este também é um processo de construção do interior. Piaget acredita que as relações externas não contribuem para o desenvolvimento moral da criança, pois impedem o desenvolvimento de sua autonomia.
Normalmente, a criança aprende regras sociais em obediência aos adultos e ao meio, porém a obediência não contribui ao processo de desenvolvimento porque a criança deixa sua conduta ser governada e age assim para evitar castigos. Porém, quando a criança está consciente de sua conduta e possui uma relação de confiança com o adulto, ela cria suas próprias regras morais. Concordo com essas afirmações de Piaget pois conheço crianças que não aceitam ser ‘mandadas’, elas somente fazem o que é solicitado quando confiam e acreditam no adulto que solicita a atividade.
A criança nos primeiros anos de vida não é capaz de criar seu sistema de regras, dependerá do auxílio do adulto para criar suas próprias possibilidades. É através das relações não coersivas que o adulto ajudará a criança a passar de um estado egocêntrico para a descentração e coordenação interindividual. Aos poucos, ela compreenderá que os outros possuem desejos diferentes dos seus e passará a entender o porquê de emprestar seus brinquedos ou de cooperar com os outros.
Quando o adulto reduz seu poder, a criança consegue desenvolver sua autonomia. Piaget afirma que o indivíduo cooperará voluntariamente na medida em que pode escolher e decidir. É importante sim, como diz Piaget, que seja dada à criança a liberdade de escolha e decisão, porém essa liberdade é limitada, pois é impossível evitar a interferência do adulto.
Piaget estudou os tipos de sanções utilizadas pelos adultos para pressionar as crianças a obedecerem regras e as dividiu em dois tipos: sanções expiatórias e sanções por reciprocidade. As sanções expiatórias são aquelas em que não há relação lógica entre o ato da criança e o castigo ou punição imposta pelo adulto. Acredito que esse tipo de sanção gera somente a dor e a raiva na criança, uma vez que ela não entende porque está sendo punida daquela forma.
As sanções por reciprocidade são aquelas em que há relação lógica entre o ato da criança e a sanção. Esse tipo de sanção se caracteriza para as crianças por não ser arbitrário, ela compreende que se quebrar um brinquedo que gosta muito não terá mais seu brinquedo. É claro que o adulto não deixa de usar seu poder, mas como já foi dito, ele usa o mínimo de sua autoridade, possibilitando que a criança construa as suas próprias regras morais.
Piaget identificou seis tipos de sanção por reciprocidade, porém adverte que qualquer uma delas pode se tornar uma sanção expiatória à medida que o adulto as utilizar de forma punitiva. O elemento importante na relação entre o adulto e a criança é a atitude de cooperação; mas acredito que a confiança, também, seja essencial entre eles.
Resenha publicada pela aluna Joice Possa - Pedagogia 1
ARTIGO - MÁRCIA - 2
A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA O
DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM
Márcia Rosana Polachini
O ser humano, ao longo da história, submeteu-se a muitas transformações físicas, sociais, comportamentais, tecnológicas e culturais, porém o seu instinto de brincar e entreter-se em nada ou em muito pouco foi alterado.
É a moral que determina o comportamento social que homens e mulheres devem apresentar, adequando-se aos padrões da sociedade em que se inserem. É nesse sentido, que desde os primeiros anos de vida de um ser humano, os jogos e brincadeiras são os mediadores de suas relações com o mundo que o cerca e com os padrões sociais aceitos pela sociedade em que vive. Desde o berço, o homem aprende a relacionar-se com o mundo através de jogos e brincadeiras, como toda criança gosta de brincar irá internalizar melhor as noções de comportamento quando essas forem adquiridas por meio de uma atividade lúdica, pois poderá assimilar o objeto da sua maneira e terá o estímulo da brincadeira para a realização de tal assimilação.
O jogo e o brinquedo são atividades que acompanham a criança desde o início da humanidade, possibilitando a ela o contato com representações e imitações da vida adulta. Desde o início da vida e dos primeiros contatos com o mundo que a cerca, a criança utiliza-se da brincadeira para assimilar e compreender o que passa ao seu redor. É o lúdico que permite a criança o seu pleno desenvolvimento: físico, moral, intelectual e motor.
Já na educação, o jogo é sem dúvida a atividade mais importante para o desenvolvimento racional da criança. Contudo, o lúdico sempre causou muita discussão e conflitos no meio educacional. Tanto a sua definição quanto a sua ação prática são ainda hoje muito discutidas, sendo motivo de pesquisas e de teses de cursos de graduação e pós-graduação. Buscam-se uma definição que contemple toda a diversidade contida no ato de jogar ou brincar, assim como as suas reais contribuições para o processo de aprendizagem, sobretudo na alfabetização.
Os jogos e as brincadeiras sempre foram e serão os mediadores nas relações do homem com as coisas do mundo. Daí vem a justificativa dos mesmos estarem presentes no processo de alfabetização, sendo os mediadores da criança no contato com o mundo novo e fascinante da leitura e da escrita. Assim como o homem aprende a relacionar-se com o mundo por meio de jogos e brincadeiras, a criança poderá de forma prazerosa e motivante se relacionar com letras, números e símbolos. Para Vygotsky (1915), a criança é introduzida no mundo adulto pelo jogo e a sua imaginação quando estimulada por meio de jogos pode contribuir para a expansão de suas habilidades conceituais e para gravar conteúdos.
O corpo constitui a base orgânica na qual se assentará a personalidade da criança. É ele que possibilitará a ela interagir e adaptar-se ao meio, sendo o seu principal canal de comunicação com o mundo. Comunicação, essa, amplamente desenvolvida nas atividades lúdicas, quando a criança aprende a respeitar regras e conviver com os semelhantes. Tanto o jogo quanto as atividades lúdicas possuem um elemento essencialmente socializador, portanto de grande valia para os processos de desenvolvimento e aprendizagem.
Hoje, é notório o fato de que a escola precisa se preocupar com a emoção dos alunos tanto quanto com os conteúdos, principalmente durante o processo de alfabetização. E o que mais satisfaz e agrada à criança, certamente, é o ato de brincar. Basta ao professor saber a importância do lúdico nesse processo e introduzi-lo em sua prática pedagógica.
Para finalizar, é válido ressaltar que há muito o lúdico vem sendo apresentado como o grande facilitador do desenvolvimento da leitura e da escrita; tarefas básicas e fundamentais no processo de alfabetização. Além disso, o trabalho com jogos permite criar e gerar situações reais e concretas de aprendizagem.
Artigo publicado pela aluna Márcia Rosana Polachini - Pedagogia 1
DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM
Márcia Rosana Polachini
O ser humano, ao longo da história, submeteu-se a muitas transformações físicas, sociais, comportamentais, tecnológicas e culturais, porém o seu instinto de brincar e entreter-se em nada ou em muito pouco foi alterado.
É a moral que determina o comportamento social que homens e mulheres devem apresentar, adequando-se aos padrões da sociedade em que se inserem. É nesse sentido, que desde os primeiros anos de vida de um ser humano, os jogos e brincadeiras são os mediadores de suas relações com o mundo que o cerca e com os padrões sociais aceitos pela sociedade em que vive. Desde o berço, o homem aprende a relacionar-se com o mundo através de jogos e brincadeiras, como toda criança gosta de brincar irá internalizar melhor as noções de comportamento quando essas forem adquiridas por meio de uma atividade lúdica, pois poderá assimilar o objeto da sua maneira e terá o estímulo da brincadeira para a realização de tal assimilação.
O jogo e o brinquedo são atividades que acompanham a criança desde o início da humanidade, possibilitando a ela o contato com representações e imitações da vida adulta. Desde o início da vida e dos primeiros contatos com o mundo que a cerca, a criança utiliza-se da brincadeira para assimilar e compreender o que passa ao seu redor. É o lúdico que permite a criança o seu pleno desenvolvimento: físico, moral, intelectual e motor.
Já na educação, o jogo é sem dúvida a atividade mais importante para o desenvolvimento racional da criança. Contudo, o lúdico sempre causou muita discussão e conflitos no meio educacional. Tanto a sua definição quanto a sua ação prática são ainda hoje muito discutidas, sendo motivo de pesquisas e de teses de cursos de graduação e pós-graduação. Buscam-se uma definição que contemple toda a diversidade contida no ato de jogar ou brincar, assim como as suas reais contribuições para o processo de aprendizagem, sobretudo na alfabetização.
Os jogos e as brincadeiras sempre foram e serão os mediadores nas relações do homem com as coisas do mundo. Daí vem a justificativa dos mesmos estarem presentes no processo de alfabetização, sendo os mediadores da criança no contato com o mundo novo e fascinante da leitura e da escrita. Assim como o homem aprende a relacionar-se com o mundo por meio de jogos e brincadeiras, a criança poderá de forma prazerosa e motivante se relacionar com letras, números e símbolos. Para Vygotsky (1915), a criança é introduzida no mundo adulto pelo jogo e a sua imaginação quando estimulada por meio de jogos pode contribuir para a expansão de suas habilidades conceituais e para gravar conteúdos.
O corpo constitui a base orgânica na qual se assentará a personalidade da criança. É ele que possibilitará a ela interagir e adaptar-se ao meio, sendo o seu principal canal de comunicação com o mundo. Comunicação, essa, amplamente desenvolvida nas atividades lúdicas, quando a criança aprende a respeitar regras e conviver com os semelhantes. Tanto o jogo quanto as atividades lúdicas possuem um elemento essencialmente socializador, portanto de grande valia para os processos de desenvolvimento e aprendizagem.
Hoje, é notório o fato de que a escola precisa se preocupar com a emoção dos alunos tanto quanto com os conteúdos, principalmente durante o processo de alfabetização. E o que mais satisfaz e agrada à criança, certamente, é o ato de brincar. Basta ao professor saber a importância do lúdico nesse processo e introduzi-lo em sua prática pedagógica.
Para finalizar, é válido ressaltar que há muito o lúdico vem sendo apresentado como o grande facilitador do desenvolvimento da leitura e da escrita; tarefas básicas e fundamentais no processo de alfabetização. Além disso, o trabalho com jogos permite criar e gerar situações reais e concretas de aprendizagem.
Artigo publicado pela aluna Márcia Rosana Polachini - Pedagogia 1
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